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segunda-feira, 28 de março de 2011

Um poema pra ontem

Eu preciso de um poema pra ontem
Um que me abasteça de certezas
Que me coloque em cheque as dúvidas
Que me esclareça as incertezas

Um poema pra ontem
Um projeto pra amanhâ

Eu preciso de um poema pra ontem
Um que me faça lembrar seu nome
E o sabor de seu corpo. Mesmo que insípido ainda seja pra mim

Um poema pra ontem
Um projeto de tempos atras

Eu preciso de um poema pra ontem
Um que me faça ter forças
Um que me faça ter farpas
Um que me ajude no regalo dos olhos dos incrédulos

Um poema material e palpável
Um projeto ousado
Um País soberano
Meu povo brincando

Eu preciso de um poema pra ontem
De quando eu nem era hoje
De quando eu nem era homem
De quando eu nem era par
De quando eu nem era pai
De quando eu nem era êxtase

Pra saber que serei
Pra saber quem sou

Eu preciso de um poema pra ontem
Para enxugar minhas chagas
Espremê-las sobre a discórdia
E ferir de vez a intolerância

Pra vencer meus inimigos
Para calar a boca dos ignorantes
Sem que lhes toque os lábios com o espinho das rosas

Eu preciso de um poema pra ontem
Pra hoje
Pra amanhã
Pra você
Pra ele
Pra ela
Pra eles
Pra todo mundo

Nem Fast nem slow
Apenas um poema pra ontem


Guiberto Genestra
Junho/2010

Algumas perguntas

Qual a luxúria maior que o amor?
Já que esse espanta obstáculos sobe a manta
Empolga fora cama
Brilha como o sol e como a lua na nossa varanda?



Qual o caminho melhor a seguir?
Pois sabemos já onde é o bosque das fadas
Caminho traçado por nossas mãos dadas
Em situações mágicas e inusitadas




O que pensar do destino?
Sem você e sua mão junto ao meu cabelo fino?
E o que sentir na hora de explodir?
Sem tua boca por perto a me pedir?
Qual o sentido da estrada?
Sem carreta, sem carga, sem namorada?
Não havendo alguém que me faça bem?
Sem o cheiro de você que minha pele já tem?
Sem você cujo nome rima nessa estrofe desse poeta menino?

Guiberto Genestra
Por toda minha vida/2010

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Porque votar em Dilma Rousseff?


Guiberto Genestra (*)


“O Brasil tomou uma decisão política de combater a fome e a pobreza”


A frase que abre esse documento foi extraída do texto de Mariana Viel, que faz uma análise sobre os oito anos de mudanças iniciados com o atual governo do presidente Lula intitulado “Exemplo de luta contra a pobreza”, publicado no portal www.vermelho.org.br. Esse projeto recebeu reconhecimento mundial quando citado durante 65ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) em Nova York. Nesse sentido é possível avaliar que houveram de fato, durante esses oito anos de mandato, ações objetivas e concretas no que se refere ao combate à miséria e criação de mecanismos de distribuição de renda com base na riqueza produzida em nosso país.

Em sentido contrário ao anterior modelo de governo entreguista, privatizante e neoliberal protagonizados pelas classes dominantes e setores conservadores da política nacional, Lula deu início ao diálogo e a políticas de combate a miséria como não se havia feito no Brasil há mais de 40 anos. Entre 2003 e 2010, 31 milhões de brasileiros saíram da pobreza, 24 milhões de pessoas saíram da pobreza extrema e 14 milhões de trabalhadores conquistaram emprego formal.

Mais do que números o que se observa no Brasil atual é o volume crescente de brasileiros que estão resgatando sua dignidade e confiança. Trabalhando mais e produzindo mais. Se durante as três décadas perdidas, iniciadas no final dos anos 70 e avançando pelos anos 80 e 90, persistindo até a eleição de Lula em 2002 para o seu primeiro mandato, o povo brasileiro viveu a mercê de graves crises financeiras e estruturais. Arrocho salarial e consequente perda do seu poder de compra.

É inútil e descabido tentar negar que houve recuperação não só da economia e dos setores produtivos em todo o país, bem como do salário. Além da manutenção das garantias trabalhistas constantes na CLT, que ha muito é alvo de especulação para que tenha seu conteúdo alterado ou mesmo a supressão de alguns direitos.

Com efeito onda crescente de consumo que incentiva a produção se reflete nas indústrias automobilística, de tecnologia, na construção civil, bens duráveis e de serviços. Revela-se como primeiro e mais emblemático reflexo das políticas adotadas pelo atual governo, a fim de valorizar o trabalho e os instrumentos que gerem a economia interna. Permitindo inclusive que o Brasil superasse, sem grandes perdas, mais uma crise cíclica do capital originada nos EUA e que se espalha por toda a Europa penalizando mais uma vez a classe trabalhadora daqueles continentes.

A política de redistribuição de renda, proposto pelo governo democrático-popular de Lula beneficia atualmente 12,5 milhões de pessoas, através do programa “Bolsa Família”. Ferozmente criticado pela cúpula burguês-conservadora que insiste em dizer que se trata apenas de um programa de política compensatória, o que no todo não é um erro, mas que não “... ensina a pescar, apenas oferece o peixe”. Nas palavras do ex-ministro de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias “Ensinar a pescar não nos impede de cumprir com o nosso dever de dar o peixe a quem está com fome”. O que me leva a concluir que melhor é fazer isso do que não fazer nada.

Nesse mesmo tom, ao adotar políticas públicas voltadas às necessidades do povo brasileiro em geral, o projeto implementado por Lula, tendo a frente a então Ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff elevou a possibilidade de homens e mulheres em idade escolar a cursar uma universidade, até então possibilidade restrita apenas as classes médias e ricas; incentivou e consolidou o SUS – Sistema Único de Saúde, reconhecido por órgãos mundiais como a OMS (Organização Mundial da Saúde); colocou em prática o programa Luz Para Todos que beneficiou até março desse ano 11,4 milhões de pessoas; realizou entre 2003 e 2010 as Conferências Nacionais abordando temas como cultura, cidadania, comunicação entre outros temas. Agenda que contou com a participação de mais de 4,5 milhões de pessoas diretamente e que culminou com a interferência direta na apresentação de projetos de lei encaminhados a câmara de deputados e ao senado federal; promoveu o reconhecimento do Brasil como estado soberano, laico e defensor do diálogo entre os povos e pelo fim das políticas bélicas e de agressão capitaneados pelos EUA e sua política de ocupação; fortaleceu os laços de irmandade e de acordos bilaterais entre os países da América Latina, fazendo o mesmo com economias de países como China, África, Japão entre outros. O que nos permitiu manter nossa economia interna estável e atraente para o investimento externo, diminuindo o risco Brasil a níveis jamais vistos em nossa histórica democrática.

Não é possível negar que o Brasil de hoje é bem diferente do que o país herdado por Lula em 2002, onde havia um grave quadro de desequilíbrio monetário e o abandono das políticas públicas e de desenvolvimento. Afirmo com toda convicção que meu senso crítico me permite que há muito ainda o que fazer e que estamos longe de um modelo ideal de economia que contemple todos os membros dessa nação e possa erradicar a miséria, promovendo igualdade e justiça social. Entretanto afirmo também convicto de que esse governo mostrou que é perfeitamente possível mudar a forma de governar, rasgando de vez a cartilha do receituário neoliberal e promíscuo praticado pelos vende-pátria. Aqueles que elevaram a voz contra o povo e se subordinaram durante décadas à vontade das grandes potencias capitalistas interessadas apenas em extrair do nosso povo sua mais-valia, nossas riquezas naturais e nossa honra.

Pelo fim da barbárie capitalista e a hegemonia do ter!
Pelo fim da exploração do homem pelo homem!
Pelo direito à autodeterminação dos povos
Pela liberdade e o respeito à mulher
Pelo fim às guerras e pela liberdade aos meus irmãos da Palestina ocupada e povos oprimidos!
Pelo fim do preconceito e qualquer tipo de segregação racial
Pela reforma agrária e o fim do latifúndio no Brasil
Por um país laico, justo e soberano!

Por esses e outros motivos meu voto é Dilma 13. Porque somos o país protagonista de um novo tempo. E nossa participação nas decisões e nossa responsabilidade em cobrar os resultados não podem se assumidos por outros. Somente por nós mesmos!

Para o Brasil continuar avançando!
Vote 13
Vote Dilma Rousseff para primeira presidenta mulher do Brasil


(*) 46 anos, cursou até o segundo ano da Escola de Sociologia e Política de SP, membro da direção do PCdoB-CD Norte, formador social, programador de computadores e poeta.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Guiberto Genestra...por ele mesmo

Olá!

Meu nome é Marcos Aurélio Genestra. Nasci e fui criado no bairro do Jabaquara, zona sul da cidade de São Paulo. No início dos anos 80, aos dezenove anos, mudei-me para a região norte da cidade, onde vivo até hoje. Separado, pai de quatro filhos – Hannah Barbara, Ohannah Bianca, Luanny Arieni e Ramon Carlo. Cursei até o segundo ano do curso de sociologia na Escola de Sociologia e Política de São Paulo e atualmente trabalho em uma escola como analista de suporte, pois, desde 1987 sou autodidata em informática e trabalho como programador de computadores.

Na adolescência iniciei aulas de ballet clássico. Premiado com uma bolsa de período integral na academia Artes Penha Ballet, fui obrigado a desistir do curso, pois tinha que trabalhar para ajudar no sustento da família. Filho único, perdi meu pai, metalúrgico aposentado, aos 15 anos de idade.

Isso não me afastou das atividades artísticas por completo. Fiz um ano de teatro no curso do Emílio Fontana. As aulas eram ministradas no Auditório Augusta, região central de São Paulo. Após mudança para a região norte da cidade, passei a dar aulas gratuitas de dança e desenvolvi vários trabalhos teatrais com grupos como Satyros e Parlapatões, atuando como ator, assistente de diretor e diretor, todavia principalmente como iluminador cênico em teatros como, Bela Vista, Imprensa, Municipal de Santo André, entre outros. Essa atividade me rebatizou com o nome de Guiberto Genestra. Personagem da peça Velório à Brasileira, de Aziz Bajur.

Como poeta, lancei meu primeiro livro em maio de 2007. Uma antologia com outros amigos e poetas no espaço Haroldo de Campos Poesia e Literatura na Casa das Rosas, em São Paulo, com lançamento também nas cidades de Santos e Goiânia. Também produzi um CD com poemas declamados e mixados com clássicos da música erudita com o título “... a gente se vê por ai”.

Em 1989 passei a freqüentar as atividades do Partido dos Trabalhadores, que há época tinha como candidata Luiza Erundina, eleita prefeita da cidade em 1989. Lá militei até o ano de 1994. Em 1998 oficializei minha filiação ao Partido Comunista do Brasil e atualmente sou membro da direção do partido na zona norte na qualidade de Secretário de Organização e Formação. Em 2004 trabalhei como formador e coordenador dos Programas Sociais junto à Secretaria de Esportes durante a gestão da prefeita Marta Suplicy, atuando junto à ONG Ato Cidadão na formação de Agentes Comunitários de Lazer e Recreação-ACLR.

Filho de operário do setor de metalurgia, crescendo durante o regime totalitário e excludente que culminou na prisão, tortura e morte de muitos brasileiros que lutavam por um regime livre e democrático em nosso país. Ao longo de todos esses anos acompanhei com atenção as mudanças significativas que o Brasil passou. Vi de perto o fenômeno da estagnação da economia, inflação astronômica e recessão. Em três décadas perdidas, devido à implementação de políticas ultra-liberais com o objetivo de desregulamentar setores estratégicos da economia, ao enfraquecimento de nossa indústria de transformação e produção de bens duráveis. Isso tornou o Brasil um país capitalista de inigualável dependência do grande capital especulativo. Dívida externa baseada em juros escorchantes, e impagável. Dívida pública inflada e ínfima expectativa de crescimento a cada fechamento do balanço anual.

Hoje, entretanto, vivemos uma nova realidade. O Brasil vem superando desafios antes considerados intransponíveis. Nossa economia se recupera, nossas reservas internas nos permitem o equilíbrio contábil e o enfrentamento de mais uma crise cíclica do sistema capitalista. No cenário internacional nosso país é aclamado como nação próspera e com grande poder de interferência e de negociação nas questões que envolvem a paz, desenvolvimento sustentável e estratégico em todo o planeta.

Esse é um momento ímpar na história do povo brasileiro e que serve como exemplo para os países que lutam pela autodeterminação e soberania. Respeitando-se, assim, suas diferentes culturas e costumes. Por esse motivo acredito, como sempre acreditei, que devemos nos pautar sobretudo nos ensinamentos da história, que repetidas vezes, principalmente no Brasil e na América Latina, mostrou que governos conservadores, praticando uma política exclusivamente atrelada aos interesses do capital, elevaram a distância entre ricos e pobres. Além disso, condenaram grande parte do nosso povo (homens, mulheres, crianças e idosos) ao abandono sócio-cultural, impedindo o acesso e benefício dos avanços tecnológicos da sociedade moderna.

No sentido contrário às previsões mais sombrias, o mundo inicia uma vertiginosa guinada. Favorecendo os movimentos populares, democráticos e pela preservação da vida. Na América Latina, a voz popular fez calar o coro uníssono do pensamento único que proclamava o fim da luta de classes. Populações inteiras se mobilizam: homens, mulheres, crianças, trabalhadores dos mais diversos segmentos da sociedade. Negros, índios, pardos, brancos, mestiços. Todos rebelados e unidos numa só vontade. A de por fim às políticas neoliberais e às políticas de mercado. Insanas e descompromissadas com a vida dos verdadeiros produtores da riqueza no mundo.

No Brasil dizemos não à ALCA (Aliança de Livre Mercado das Américas). Tratado esse com claro objetivo de monopolizar em sua totalidade as riquezas naturais, enfraquecer a soberania dos povos e desestabilizar de uma só vez e num só golpe as conquistas alcançadas pelo povo trabalhador. Esse projeto de expansão do neoliberalismo só não foi adiante devido ao novo ciclo iniciado por Lula e demais governos democráticos eleitos através do voto popular na América Latina e mantidos através de referendos, sempre que se houve necessidade para tanto.

Com isso deu-se vez e voz aos movimentos populares. Mais e maior importância às políticas, que ainda penso assistencialistas, mas que revela tímida, porém programada e próspera metodologia de redistribuição de renda. O reflexo disso foi promover o fenômeno da mobilidade social, elevando do nível de miséria extrema mais de 32 milhões de brasileiros para uma condição menos desfavorável. Aumentando, desse modo, a expectativa de vida, sua qualidade e perspectivas futuras. Avançando na área de tecnologia, pesquisa e exploração de recursos naturais e pesquisas na obtenção de novos meios de produção de energia renovável, como o projeto do Proálcool, em franca ascensão no mercado internacional o Brasil vem despertando interesse de grandes potências econômicas, sobretudo após a descoberta das camadas do Pré-Sal, que pode elevar o Brasil da condição de importador para exportador de combustível fóssil. Fortalecendo mais ainda o bloco latino-americano de países produtores de recursos energéticos.

Até o adversário político e o neoliberal partícipe das políticas de subserviência ao capital especulativo-financeiro é incapaz de negar os avanços obtidos nos últimos oito anos em que Luiz Inácio Lula da Silva e sua equipe estiveram à frente do governo. Fica evidente a estabilização da economia, a recuperação do poder de compra do trabalhador, o refino na qualidade das parcerias econômicas no eixo dos países da AL, Ásia, África e Europa. Investimentos sociais, infra-estrutura e políticas de redistribuição de renda. Todavia para um país com as potencialidades do Brasil, que se firma cada vez mais como liderança político-econômica no continente latino americano e no mundo, ainda é muito pouco para que o povo brasileiro possa desfrutar do reconhecimento do seu próprio trabalho e valor, no que refere à sua contribuição para a construção de uma nação justa, soberana e independente.

É nesse cenário que defendo a manutenção da atual política, com ressalvas, sob análise crítica de seus erros e acertos. Com maior participação popular. Elevando o desafio do brasileiro e dos mandatários desse país a criar sempre e indefinidamente condições para que a cada etapa do desenvolvimento do país possamos contribuir de forma clara, objetiva e relevante às condições do nosso povo. Promover a integração nacional, enriquecer cada estado através das suas qualidades e potencial específico na produção de bens e serviços. Comprometer-nos com a fiscalização dos membros do executivo, judiciário e legislativo, para que as leis sejam cumpridas e para que os recursos obtidos através do trabalho possam rumar mais e melhor no sentido de promover a riqueza material e de espírito para o povo brasileiro.

Curioso do mundo, cidadão, pai e formador social relanço nesse momento o relançamento do meu blog. Em apoio a pré-candidatura da ex-chefe da Casa Civil, do governo Lula, Dilma Rousseff a sucessão presidencial e aproveito para divulgar um breve histórico de minhas atividades e sobre minha pessoa. Entendo e avalio que o momento para nosso país é, senão notável, cheio de perspectivas favoráveis para que possam ser realizadas as mudanças estruturais que necessitamos para alcançar qualidade de vida justa, digna e nos lançar ao mais alto nível de desenvolvimento jamais visto na história recente do Brasil.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

TV Vermelho lança Manifesto Comunista dublado em português

Depois de ser didaticamente traduzido em vídeo pelo cineasta independente Jesse Drew — especialista em multimídia e diretor de estudos tecnoculturais da Universidade da Califórnia (EUA) — o Manifesto Comunista agora também ganhou voz brasileira. Dublado por Priscila Lobreggatte, com edição de Toni C., a iniciativa da TV Vermelho pretende facilitar o acesso ao texto que, desde o século 19, marca a história da humanidade.


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A semente floresce

Oscar David de Montesinos: menino de 10 anos que desafiou Micheletti e seu governo golpista

Fonte: www.vermelho.org.br

Desde o final de agosto, quando fez um discurso inflamado contra o golpe de Estado em Honduras, o menino Oscar David Montesinos vem ganhando fama mundial. Com apenas 10 anos, ele impressiona pela desenvoltura com que fala contra o governo de Roberto Micheletti, que desde o fim de junho comanda o país. Veja abaixo o vídeo com o discurso do menino contra o golpe.

Durante um show em homenagem à resistência, em Tegucigalpa, capital hondurenha, o menino falou pouco mais de dois minutos. Foi o suficiente para se tornar símbolo da luta contra o golpe no país. O vídeo em que o menino é ovacionado multiplicou-se na internet e tem até versão legendada em português. São inúmeros os comentários de apoio ao presidente deposto Manuel Zelaya.

Na sua breve fala, Oscar David Montesinos afirma que “nós, o povo, temos o poder de colocar Goriletti-Micheletti em xeque”. “Mais duro contra os golpistas!” e “Passo firme até a revolução”, são somente duas das expressões usadas pelo pequeno revolucionário. Veja abaixo a versão com legendas.


Vídeo