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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Ato homenageia líderes do PCdoB mortos na Chacina da Lapa

Na próxima quarta (14), a Câmara Municipal de São Paulo sedia ato em homenagem a Ângelo Arroyo, João Batista Drummond e Pedro Pomar, os três comunistas mortos pela ditadura na Chacina da Lapa, em 16 de dezembro de 1976.
O ato, realizado nos 35 anos da chacina, pretende trazer à tona o contexto em que as mortes aconteceram e a importância da luta dos comunistas no processo de redemocratização no Brasil.

Entre os convidados estão Haroldo Lima e Aldo Arantes, dirigentes do Comitê Central do PCdoB que, na ocasião, foram presos pelas forças de repressão. Ambos foram soltos apenas com a Anistia, em 1979.

A homenagem é uma iniciativa do vereador Jamil Murad (PCdoB) e da Fundação Maurício Grabois e acontece a partir das 19h no salão nobre da Câmara (Viaduto Jacareí, 100 – 8º andar – Bela Vista).

Chacina da Lapa: democracia custou muitas vidas

No dia 16 de dezembro de 1976, três dirigentes do PCdoB – Ângelo Arroyo, João Batista Drummond e Pedro Pomar – foram assassinados por agentes da repressão em uma casa na Lapa, São Paulo, onde acontecia reunião da direção nacional da legenda comunista.

Outros dirigentes foram presos e torturados. Este acontecimento revela o ódio da ditadura contra um partido que resistiu ao golpe de 64 e que, mesmo na clandestinidade, conseguiu combater o regime ao lutar por liberdade, democracia e pelo socialismo.

A Chacina da Lapa - cujo objetivo era aniquilar a direção do Partido Comunista do Brasil - representa o fato de a democracia ter renascido, em 1985, às custas de muitas lutas e de muitas vidas. Simboliza também a presença constante dos comunistas na jornada de amplos setores progressistas que, ao longo da história, lutam por uma república efetivamente democrática.

"Num momento em que o Brasil vive uma fase próspera, de melhoria das condições de vida de seus cidadãos, de desenvolvimento e de maior democracia e justiça social e institui a tão almejada Comissão da Verdade, é um dever histórico com as novas gerações recordar aqueles que deram sua contribuição, muitas vezes a própria vida, para termos um país melhor para todos", diz o convite para o ato que resgata um episódio importante da história e homenageia a memória de heróis da luta democrática e revolucionária.

Com informações da assessoria de Jamil Murad
www.vermelho.org.br

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Os 35 anos da Chacina da Lapa


Há 35 anos, uma bárbara e covarde investida da ditadura militar marcou a história da luta pela democracia no Brasil. No dia 16 de dezembro de 1976, três dirigentes do PCdoB - Ângelo Arroyo, João Batista Drummond e Pedro Pomar - foram assassinados por agentes da repressão em uma casa na Lapa, São Paulo, onde acontecia reunião da direção nacional da legenda comunista.

O ato é promovido pelo vereador Jamil Murad - PCdoB e a Fundação Maurício Grabois.

Local: Câmara Municipal de São Paulo - Salão Nobre
Viaduto Jacarei, 100 - 8º Andar

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Poesia e música em São Miguel Paulista

Festival do Livro e da Literatura de São Miguel. Entre os dias 25, 26 e 27 de outubro São Miguel Paulista fez desfilar em suas ruas poesia, música e muita animação através da intervenção dos artistas locais e convidados. No centro do bairro da zona leste da cidade de Sâo Paulo aconteceu um amplo e significativo evento cultural. Debates, mostras, troca de livros também fizeram parte da programação do evento realizado pela Fundação Tide Setubal em parceria com outras iniciativas do setor público e privado. Eu estive lá e dei meu recado. Mais uma vez fico feliz em poder mostrar meu trabalho em uma região que me adota como mais um nesse universo da arte e da cultura. Vale a pena dar uma olhada no vídeo que faz um breve resumo dessa grande festa poética.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Show de Musica


O músico, poeta e compositor Zulu de Arrebatá vai se apresentar no ECLA - Espaço Cultural Latino Americano com o show "Vou ficar nu pra chamar sua atenção". O artísta vem de São Miguel apresentar seu trabalho com músicas de sua própria autoria. Vale a pena conferir. O ECLA fica na Rua da Abolição, 244 - Bela Vista as 21 horas

Convite: R$ 12,00

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Ato pró-Estado Palestino

Um ato representativo da força que tem o movimento pró-Estado palestino no Brasil tomou conta do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo nesta segunda-feira (29). Saiba mais na reportagem de Luana Bonone...

Veja também na coluna ao lado o vídeo "A história de 200 anos em 2 minutos".

segunda-feira, 28 de março de 2011

Um poema pra ontem

Eu preciso de um poema pra ontem
Um que me abasteça de certezas
Que me coloque em cheque as dúvidas
Que me esclareça as incertezas

Um poema pra ontem
Um projeto pra amanhâ

Eu preciso de um poema pra ontem
Um que me faça lembrar seu nome
E o sabor de seu corpo. Mesmo que insípido ainda seja pra mim

Um poema pra ontem
Um projeto de tempos atras

Eu preciso de um poema pra ontem
Um que me faça ter forças
Um que me faça ter farpas
Um que me ajude no regalo dos olhos dos incrédulos

Um poema material e palpável
Um projeto ousado
Um País soberano
Meu povo brincando

Eu preciso de um poema pra ontem
De quando eu nem era hoje
De quando eu nem era homem
De quando eu nem era par
De quando eu nem era pai
De quando eu nem era êxtase

Pra saber que serei
Pra saber quem sou

Eu preciso de um poema pra ontem
Para enxugar minhas chagas
Espremê-las sobre a discórdia
E ferir de vez a intolerância

Pra vencer meus inimigos
Para calar a boca dos ignorantes
Sem que lhes toque os lábios com o espinho das rosas

Eu preciso de um poema pra ontem
Pra hoje
Pra amanhã
Pra você
Pra ele
Pra ela
Pra eles
Pra todo mundo

Nem Fast nem slow
Apenas um poema pra ontem


Guiberto Genestra
Junho/2010

Algumas perguntas

Qual a luxúria maior que o amor?
Já que esse espanta obstáculos sobe a manta
Empolga fora cama
Brilha como o sol e como a lua na nossa varanda?



Qual o caminho melhor a seguir?
Pois sabemos já onde é o bosque das fadas
Caminho traçado por nossas mãos dadas
Em situações mágicas e inusitadas




O que pensar do destino?
Sem você e sua mão junto ao meu cabelo fino?
E o que sentir na hora de explodir?
Sem tua boca por perto a me pedir?
Qual o sentido da estrada?
Sem carreta, sem carga, sem namorada?
Não havendo alguém que me faça bem?
Sem o cheiro de você que minha pele já tem?
Sem você cujo nome rima nessa estrofe desse poeta menino?

Guiberto Genestra
Por toda minha vida/2010

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